MARCOS VALÉRIO MANNARINO LOURES, brasil
Outono
Juventude perdida como dói, Maltrata cada dia, sem ter pena, A distância cruel, de longe acena. A memória sedenta, se corrói...
Fui feliz não sabia, se destrói O pensamento busca a velha cena, Procuro te encontrar, mas a safena Implantada no peito, como sói
Acontecer, remete ao velho enfarte, Medo sutil da morte, m'apavora... Tentando ser feliz, vou até Marte;
Mas quem me espera, cínico catarro, Que por mais que eu fugisse disso agora; A velhice emergente tira um sarro... Marcos Loures
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Por lobitogabriel - 2 de Septiembre, 2006, 6:37, Categoría: poesia
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